Em Shinjuku, há uns anos atrás, os meus olhos baixaram sobre os néons que banhavam a noite e as ruas, tornando secundária qualquer tipo de iluminação convencional, e nos lábios formaram-se as únicas palavras que podiam descrever o que sentia: "Blade Runner!". Ali estava a Los Angeles de 2019 do filme de Ridley Scott. Não há no mundo ocidental, nada que se possa comparar á densidade e complexidade da superfície cinética de Tokyo. Ideogramas, sinais, quadros, fixam mensagens numa forma estática, enquanto a aparência líquida dos ecrãs perpetua o fluir do tempo. Alguns edifícios são completamente engolidos pela imensa sinalética.
SEM PRESSA.
-
Eu e Pessoa a tagarelar no Largo do Rossio...
Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a ge...



0 comentários:
Enviar um comentário