sábado, 20 de março de 2010

Suicide Club

Sion Sono, nascido em 1961, é um controverso poeta e realizador Japonês, com audiências de culto dentro e fora do Japão. O Banzai falou recentemente dele, a propósito de "Love Exposure", a saga cinematográfica de quatro horas, onde Sono diz explorar as fronteiras entre preversão e normalidade, Igreja Católica e cultos, religião e romance. Se há no filme alguns momentos cómicos tendo como alvo o Catolicismo, Sono afirma ter sido uma religião que sempre o fascinou, embora sem intenções de se converter. "If there was a Jesus Christ fan club, I'd join it. I've been interested in Jesus for a long time...I've often wondered what he would do if he were alive today."

Mas, o filme que catapultou Sion Sono a realizador de culto, sobretudo entre os fãs do "Asian horror", é de 2002 e chama-se "Suicide Club", embora a tradução literal fosse "Suicide Circle". Filmado quando as taxas de suícidio no Japão atingiam níveis quase epidémicos (ver etiqueta Suícidio), apresenta uma visão crua sobre o tema, onde as grandes explicações estão ausentes. Com um opening fortíssimo, o filme começa numa estação de metro, onde como sempre as pessoas esperam pacientemente pelo próximo comboio e tudo parece decorrer sem qualquer sobressalto. É então, que um grupo de cerca de 50 "school girls", dá as mãos e um passo em frente e salta ao mesmo tempo, á passagem do comboio...


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